Pedro Josino Advogados Pedro JosinoAdvogados Falar com advogado
Leilão · Análise documental · Imissão na Posse

Comprar bem é só metade do leilão.A outra metade é a chave na mão.

Leitura técnica do edital antes do leilão, para proteger o capital em caso de anulação, mapear riscos como dívidas ocultas e somar os custos envolvidos na arrematação. Depois, conduzimos a imissão na posse e auxiliamos na desocupação.

Atuação amparada na Lei nº 9.514/1997 (leilão extrajudicial) e no Código de Processo Civil (leilão judicial).

Pedro Josino, advogado em Direito Imobiliário
Pedro Josino OAB/RN 20.064 · Pós-graduado em Direito Imobiliário
Banca dedicada
Direito Imobiliário aplicado
Atendimento online
em todo o território nacional
Análise prévia
escrita, antes da contratação
OAB ativa
RN 20.064 · responsável técnico
Para quem é esta página

Em qual ponto do leilão você está?

O escritório atende três perfis de arrematante. O caminho jurídico é diferente em cada fase, e o ponto certo de entrada importa.

Anulação de leilão

Defesa contra tentativa do antigo proprietário de anular o arremate ou ataque preventivo a edital com vício identificado.

Leilão extrajudicial bancário

Imóveis retomados por inadimplência (Caixa, BB, Santander). Cadeia, ônus e prazos próprios da Lei 9.514/1997.

Leilão judicial

Praças designadas em execuções. Análise da regularidade do procedimento e da validade da intimação prévia.

Lance no escuro × Consultoria

O cálculo antes do martelo.

O risco do leilão costuma aparecer depois do arremate, no momento em que se descobre ônus, ocupação ou tributo escondido. A leitura técnica do edital antecipa esses pontos e soma todos os custos envolvidos na arrematação para cada caso.

Lance no escuro Com consultoria
Ônus ocultosDescobertos após o arremateMapeados antes do leilão
ITBISobre o valor venalSobre o valor da aquisição
Dívidas anterioresRisco de cobrançaMapeadas conforme o tipo de leilão
Imissão na posseSob responsabilidade do arrematanteConduzida pelo escritório
Método

Do edital à entrega das chaves. Em quatro etapas.

O cliente envia o edital. O escritório faz o cálculo, acompanha o arremate e conduz a entrada na posse. Você acompanha cada etapa com relatório escrito.

01

Leitura do edital

Você envia o link ou o PDF do edital, antes do leilão. O escritório analisa cláusulas, ônus e prazos.

02

Análise documental

Matrícula, certidões de ônus, ações em curso, ocupação e tributos pendentes. Cálculo das estimativas dos custos previstos (lance, comissão do leiloeiro, dívidas assumidas, escritura, ITBI, registro e imissão), dentro da viabilidade do cliente.

03

Arremate e cartório

Acompanhamento da homologação do leilão, assinatura do auto de arrematação, conferência do pagamento ao leiloeiro, lavratura de escritura (quando for o caso), acompanhamento dos impostos lançados sobre a operação, registro imobiliário e atualização dos dados cadastrais.

04

Imissão na posse

Contato com o ocupante para verificar a viabilidade da desocupação amigável. Não sendo possível, ingressamos com a ação de imissão na posse, com pedido liminar para a desocupação. O contato com o ocupante é nosso.

Antes de decidir

As perguntas que mais ouvimos antes do lance.

E se eu pagar a análise e perder o lance?

A análise de um leilão leva horas, às vezes dias. Cobramos um pró-labore quase simbólico, apenas para cobrir os custos operacionais (consulta a sistemas e certidões); os honorários são um percentual do êxito, como a comissão do leiloeiro. Muitas vezes a análise prévia já descarta o imóvel — o que economiza tempo, energia e o custo de tentar desfazer uma arrematação ruim.

E se meu capital ficar preso anos?

No extrajudicial é cada vez mais raro: os bancos têm interesse em transferir logo o imóvel a quem arrematou. No judicial, como há prazo para impugnação à arrematação, costuma ser menos ágil. O desconto da arrematação já precifica esse tempo, e a análise prévia reduz o risco de imprevistos após o pagamento.

E se o leilão for anulado?

A análise prévia reduz esse risco: você entra ciente das possíveis causas de anulação. É essencial o que o edital diz sobre anulação — é a diferença entre reaver ou não o investimento, já que alguns leilões extrajudiciais não garantem a devolução do capital. Esclarecemos todos os riscos; a decisão final é sempre sua.

Quem responde por IPTU e condomínio anteriores?

Depende do edital. No extrajudicial, há bancos que assumem as dívidas até a arrematação e outros que as repassam ao arrematante. No judicial, o arrematante não assume o IPTU, mas há divergência quanto a taxas (limpeza e iluminação pública), condomínio, foro etc. — é preciso ler o edital e incluir esses valores na viabilidade. Cada caso é um caso; o mesmo banco pode ter imóveis com regras diferentes.

Capital protegido

Honorário de análise tende a custar menos que um ônus oculto não mapeado, em uma única arrematação. O cálculo escrito existe para evitar o prejuízo invisível.

Adiante seu atendimento

Documentos que costumam agilizar.

O essencial é o edital. O resto a análise vai indicando à medida que avança.

  • Edital completo do leilão (PDF ou link)
  • Matrícula atualizada do imóvel
  • Certidões de ônus reais e ações
  • Última guia de IPTU
  • Avaliação da prefeitura (valor venal)
  • Documento de identificação e CPF
Sobre o escritório

Banca dedicada a leilão imobiliário.

Nossa expertise abrange os leilões judiciais e extrajudiciais. Cada um tem particularidades, prazos e forma de estudo distintos, porque as regras são diferentes — e é o domínio dessas regras que nos permite oferecer mais segurança. O atendimento é nacional, com parceiros em praticamente todo o Brasil para as diligências presenciais, como a imissão na posse.

OAB ativa

Inscrição regular OAB/RN 20.064

Jurisprudência

Atualização constante sobre julgamentos de leilões e imóveis

Pós-graduado

Direito Imobiliário aplicado

Análise prévia

Escrita, antes de qualquer contratação

Dúvidas frequentes

O que os arrematantes mais perguntam.

Quanto vou pagar de ITBI no leilão?
Em regra, o ITBI deve incidir sobre o valor da transação (a arrematação). Muitas prefeituras, porém, não aplicam essa base e arbitram uma própria. Para esses casos há basicamente duas saídas, que apresentamos ao cliente — que decide o caminho mais conveniente, considerando o tempo de resolução e o eventual impacto financeiro.
Preciso de escritura pública?
No leilão judicial, é expedida a carta de arrematação, que tem força de escritura pública. No extrajudicial, a escritura é necessária quando o imóvel custa acima de 30 salários mínimos; até esse valor, o próprio contrato de compra e venda com o banco pode ser registrado sem escritura.
Posso participar de leilão extrajudicial bancário e judicial pelo mesmo escritório?
Sim. O método é o mesmo (leitura do edital, análise documental, soma dos custos), mas a base legal e os prazos variam: o extrajudicial bancário segue a Lei nº 9.514/1997 e costuma repassar as dívidas ao arrematante; o judicial segue o CPC. A análise inicial aponta qual edital cabe na sua estratégia.
O escritório atua em outros estados?
Sim. O atendimento é online em todo o território nacional, com procuração específica para conduzir o procedimento na comarca do imóvel. A análise inicial diz se há particularidade local que exija atenção adicional.
Próximo passo

Envie o edital. Receba a leitura técnica por escrito.

Envie o edital e aguarde o contato do escritório pelo WhatsApp, em horário comercial, para uma primeira conversa sem compromisso de contratação. Se desejar seguir, enviamos a proposta de honorários para o estudo preliminar do edital e do imóvel, incluindo as despesas de arrematação e os eventuais riscos.

Seus dados são tratados conforme a LGPD (Lei 13.709/2018) e usados apenas para responder seu contato.

Enviar edital